Quando via Freitas do Amaral imaginava-o sempre com uma teia de aranha pendurada na cabeça e tal imagem era fruto das caricaturas do Baltazar, publicadas em «o Diário».
Os tempos foram passando e as ideias de Freitas foram-se tornando mais civilizadas. Tomou posição sobre Timor. Esteve contra a invasão do Iraque, enfim, tem sido mais entendido pelos portugueses.
Ao saber que diz que “a Constituição europeia não tem viabilidade”, vejo que tem a mesma opinião que eu.
Fico contente, mas não só por isto. Por ver que a minha ideia é perfilhada por alguém que tem muito mais conhecimentos do que eu nesta matéria.